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Queimadura de água-viva: cuidados necessários

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Queimadura de água-viva: cuidados necessários
Por: admin

Transparente, com um formato de sino e com o corpo composto por 98% de água, a Água-Viva, também conhecida por Medusa, pode configurar um incômodo perigoso na praia, comprometendo o descanso das férias. Sua fisgada pode provocar irritações na pele, além de dor e febre. Situações de cãibras nos músculos também são usuais. Dependendo do tamanho, a Água-Viva tem cnidoblastos (células urticantes presentes nos tentáculos) que despejam seu veneno com maior profundidade na pele e a agressividade do veneno varia de uma para outra espécie, uma bastante agressiva é a classificada como vespa do mar.

Países como Japão e Austrália enfrentam um crescimento problemático na população de águas-vivas, ocasionado por alteração no clima e nos nutrientes da água, e pela diminuição dos seus predadores naturais, os peixes, acreditam os cientistas. Em grande quantidade, a água-viva prejudica a indústria pesqueira, pois dizima grandes cardumes.

Ainda que a picada, por vezes, seja mecanismo de defesa, pode configurar queimaduras de até segundo grau na pele humana, com dor prolongada por até 24 horas. Alguns cuidados são fundamentais, quais sejam:

  • Lavar o ferimento com água potável;
  • Evitar coçar a pele. Sob as unhas moram muitas bactérias que só prejudicam o ferimento;
  • Aplicar vinagre puro (bloqueia a propagação do veneno e alivia a sensação de ardor, segundo cientistas);
  • Fazer uma compressa de água gelada no local;
  • Ingerir um analgésico para aliviar os sintomas;
  • Para remoção, usar proteção nas mãos, caso contrário causará ferimentos também às mãos do socorrista;
  • Aplicar pomada anti-inflamatória e antialérgica, quando na existência de bolhas e cicatrizes;
  • Não esfregar pano seco no ferimento;
  • Dispensar as receitas caseiras, como aplicação de soro e urina no local. Em testes laboratoriais recentes, comprovou-se que tais receitas cooperam para inflamar ainda mais o local atingido;
  • Evitar tomar sol enquanto a pele estiver afetada, o ferido necessita de repouso;
  • Não aplicar produtos químicos, como o protetor solar, sobre os ferimentos;
  • Tomar cuidado com crianças, elas são facilmente as vítimas mais frágeis das águas-vivas;
  • Em caso de dores de cabeça, vômitos e arritmia cardíaca, procurar um médico para acompanhar os sintomas.

Estudiosos afirmam que os ferimentos não costumam deixar marcas na pele, a menos que sejam intensos e tenham causado bolhas. As águas-vivas presentes nos Estados de Santa Catarina e do Paraná não têm ataques tão agressivos e, em poucas horas, a região afetada apresenta melhorias significativas, se bem cuidada.

E por falar em cuidados dermatológicos, A Policlínica Fazenda Rio Grande está ao seu dispor, com mais de 20 anos de experiência. Atendemos ainda outras especialidades como nutrição, oftalmologia, ortopedia, cardiologia, clínica geral, dentre outras. Agende uma consulta e surpreenda-se com um serviço de qualidade e competência.


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